Relação Médico Paciente: como isso influencia na sua taxa de agendamento de consultas

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Relação Médico Paciente: como isso influencia na sua taxa de agendamento de consultas

Quando alguém o procura, o que essa pessoa está buscando? Claro, o desfecho clínico ainda é o centro de tudo, afinal, quando um profissional da saúde é consultado, há um problema que precisa ser resolvido. Mas muitos outros podem oferecer isso! Então, como garantir que esse cliente se manterá fiel ao seu consultório ou clínica? Estabelecer uma boa relação médico paciente, certamente, é a diferença entre uma boa taxa de agendamentos e uma agenda vazia.   

Isso porque a consulta é muito mais que apenas a anamnese e o exame físico para os quais os profissionais de saúde foram treinados. A boa relação entre médico e paciente começa já no primeiro contato para o agendamento. Porém, é dentro do consultório que o profissional tem a chance de envolver o cliente em uma experiência empática, humana e positiva. 

Neste artigo, separamos algumas dicas que o ajudarão a estabelecer esse relacionamento próximo e de confiança. Ao longo do conteúdo, você entenderá como esse cuidado pode ser crucial para sua taxa de agendamentos. Acompanhe! 

Por que investir na construção de uma boa relação médico paciente? 

Por mais que você não se concentre em doenças graves e lide com procedimentos estéticos, por exemplo, toda consulta envolve algum receio por parte do paciente. Afinal, ele está diante de um profissional que poderá lhe dar um prognóstico favorável ou difícil e está lidando, diretamente, com a sua saúde. Entender isso de um ponto de vista empático é o primeiro passo para desenvolver uma relação médico paciente sólida. 

Durante a consulta é o momento que o profissional tem para alinhar todo o seu ciclo de serviço. Imagine: o contato do paciente com a recepcionista foi ótimo, o agendamento foi fácil, confirmado com alguma antecedência, a sala de espera é confortável… Mas, ao entrar no consultório, o paciente se depara com um médico distante, que não demonstra interesse em nada que não seja o problema que o levou até ali. Quando esse cliente sair do atendimento, mesmo que o ciclo de serviço inclua boas ações de pós-venda, será muito difícil ? para não dizer impossível! ? que ele retorne. 

Abaixo, você confere duas (ótimas) consequências de estabelecer uma boa relação médico paciente. 

Fidelização 

Para uma boa rentabilidade do seu consultório ou clínica, ter clientes fiéis é fundamental. Isso porque é muito mais fácil “vender” novamente para quem já o conhece que atrair novos prospects. E, também, é mais barato: conquistar um novo paciente gera de 5 a 7 vezes mais custos, de acordo com Philip Kotler. 

O que acontece dentro do consultório tem uma grande parcela de responsabilidade nessa fidelização. A figura do médico ainda é encarada por muitos como austera ou uma “autoridade” que não pode ser contestada. É preciso quebrar essa percepção e mostrar-se como uma pessoa que se interessa, verdadeiramente, pelo paciente. Não apenas pela questão de saúde que o levou até ali. Demonstrar essa sensibilidade, colocar-se como alguém que quer ajudá-lo a sentir-se bem e que preza pelas suas reais necessidades, definitivamente, aproxima o médico do cliente. 

Marketing “boca a boca” 

Quando você tem uma boa experiência ao adquirir um produto ou serviço, certamente, comenta com alguém. E, quem ouve o relato, inconscientemente já cria uma boa visão a respeito. Isso acontece por conta da prova social, um gatilho mental muito utilizado no marketing. Se alguém que você conhece e confia lhe deu uma indicação favorável, por que “correr o risco” de procurar por outro? 

De acordo com esta pesquisa da Nielsen, 77% das pessoas ficam mais propensas a comprar um novo produto ou serviço quando o descobrem por meio do bom e velho boca a boca. Hoje, isso pode acontecer não apenas em uma conversa entre amigos, mas, também, por meio das redes sociais.  

Embora o momento do consultório seja importantíssimo para a construção de uma boa relação médico paciente, o que acontece após, também, tem peso nesse relacionamento. Enviar mensagens ou e-mails perguntando sobre o tratamento, colocar-se à disposição para responder às dúvidas dos clientes e familiares, mostra que o envolvimento do profissional extrapola a consulta e que ele tem real interesse na saúde e bem-estar do cliente. Ou seja: a relação não acaba quando o atendimento termina!  

A construção e investimento na relação médico paciente é uma das formas de manter a sua taxa de agendamentos e, também, de construir uma boa imagem frente ao seu público. Quer saber mais sobre gestão de clínicas e ações de retenção de pacientes? Cadastre-se e receba materiais exclusivos para médicos empreendedores! 

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